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Vídeo: Teaser Trailer Birdman Returns

Vídeo: Teaser Trailer Birdman Returns

Do fundo do baú, teaser trailer do filme do clássico de 1992, Birdman Returns, com Riggan Thomson.

Lista de Cinema (63) – Os bebês mais falsos do Cinema.

Lista de Cinema (63) – Os bebês mais falsos do Cinema.

Sniper Americano, novo filme daquele republicano que conversa com cadeiras vazias, mas que todo mundo adora, Clint Eastwood, acaba de estrear nos EUA e mesmo com as acusações de xenofobia ou o fato do filme ter sido um absurdo sucesso, faturando mais que o dobro do antigo recorde de bilheteria para o mês de janeiro, só se ouve falar mesmo nas cenas com o bebê do protagonista que é uma das coisas mais ridiculamente falsas que já presenciamos nos cinemas. Dito isso, resolvi fazer uma lista com esse e outros bebês que acabam com a suspensão da descrença.

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TOP 5 – Os bebês mais falsos do Cinema.

Menção Honrosa:

Uma ingrata lembrança ao “baby Alien”, embora a cena ainda seja uma das mais tensas do filme, construída com perfeição por Ridley Scott, é inegável que o efeito do Alien envelheceu mal e é risível quando o bicho sai correndo.

Alien Chestbuster Fake

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5º – Trainspotting.

Eu me aterrorizava com essa cena quando era mais jovem e assistia o filme em um VHS todo surrado em um TV de 21″, mas revendo recentemente em mídias digitais a cena torna-se apenas bizarra.

Trainspotting Bebê Falso

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4º – O Filho do Maskara.

Aquele famoso gif Dancing Baby que existe desde os primórdios da Internet é mais realista que o bebê visto nessa continuação onde absolutamente nada se salva.

O Filho do Maskara Bebê Falso

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3º Cold Mountain

Nesse caso trata-se de um bebê real, pelo menos espero que seja, o problema é a escala, a porra do bebê é recém-nascido e é enorme, olhem a cabeça do moleque!? É maior que a cabeça da mãe interpretada pela Natalie Portman, parece o bebê jupiteriano do Chapolim Colorado, se Luke e Leia nasceram desse tamanho, fica explicado porque Padmé Amidala perdeu a vontade de viver.

Cold Mountain Bebê Falso

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2º Sniper Americano.

Como a lista foi pensada por causa desse filme, pensei em não colocá-lo, mas não seria justo, o boneco é muito falso, a explicação dada pelo roteirista em sua conta no twitter (e apagada em seguida) foi que o bebê foi improvisado de última hora quando o bebê real que faria a cena foi acometido por um súbita febre. Faz sentido, até porque as filmagens foram realizadas em um cronograma apertado em virtude do baixo orçamento, não tinha como adiar a gravação. Acredito que a partir disso, seguiram-se outros erros, ao pré-visualizar no monitor, Clint que não deve ter mais uma visão muito boa pode ter achado que a cena estava ok e ninguém ia perceber. Lol.

American Sniper Bebê Falso

Reparem no Bradley Cooper tentando fazer o bebê parecer vivo mexendo a mãozinha dele com o polegar. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

The Baby In "American Sniper" Is The Fakest Baby In Movie History

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1º Crepúsculo.

Mas não foi dessa vez que superaram a pequena Renesmee de “A Saga Crepúsculo Amanhecer”, para combinar com o nome escroto da criança, os técnicos em efeitos especiais se esforçaram para criar um “autêntico” bebê CGI bizarro.

Crepúsculo Bebê Falso

Aliás, a Renesmee de Amanhecer só perde para a própria Renesmee animatrônica que não foi utilizada no filme e que vocês podem conferir abaixo:Crepúsculo Bebê falso 2

Sem dúvida, isso seria o ponto alto de toda a Saga Crepúsculo, uma pena terem descartado.

Pôsteres dos indicados ao Oscar 2015 recriados em Lego.

Pôsteres dos indicados ao Oscar 2015 recriados em Lego.

Assim como os pôsteres honestos, não se repercute uma premiação do Oscar sem pôsteres em Lego dos indicados. Um dúvida: Se Uma Aventura Lego fosse indicado, recriariam o pôster com humanos?

 Para ver todos, clique aqui.

Pôsteres dos indicados ao Oscar 2015 com títulos honestos.

Pôsteres dos indicados ao Oscar 2015 com títulos honestos.

Como de costume, o College Humor divulgou os seus pôsteres com títulos honestos dos indicados ao Oscar de Melhor Filme, e também como sempre, alguns engraçados, outros nem tanto, confira alguns abaixo:

Boyhood vem com uma referência ao vencedor do ano passado, já prevendo a possível vitória do filme talvez.

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Keaton, Keaton, Keaton, Birdman, Keaton, Keaton, Keaton.


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Verdade. Um Sniper Americano Contra o Terror na Hora mais Escura.


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Em The Imitation Game, temos uma boa tentativa do Benedito Contorpilow de parecer humano, mas pareceu uma imitação.

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É possível transar com Stephen Hawking? Será essa a resposta? A Teoria de Tudo?

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Para ver todos os pôsteres, clique aqui.

Finalmente, Tubarão 19!

Finalmente, Tubarão 19!

Continua parecendo falso.

Lista de Cinema (62) – Razões para apreciar Star Wars Episódio I – A Ameaça Fantasma.

Lista de Cinema (62) – Razões para apreciar Star Wars Episódio I – A Ameaça Fantasma.

Esse ano, a saga definidora da cultura pop retorna aos cinemas, sob nova direção e com a difícil missão de se despedir dos antigos e adorados heróis e ao mesmo tempo introduzir novos personagens com carisma suficiente para, como diria o Mestre Yoda, garantir longa vida e próspera à série (Haters gonna Hate).

Como fã da série, mas longe de ser xiita, é muito provável que eu faça vários posts ao longo do ano como preparação e já inicio com a difícil tarefa de convencer os haters de que A Ameaça Fantasma é um bom filme e merece ser respeitado dentro da saga, sim, Lucas toma decisões incrivelmente estúpidas em alguns momentos, mas não superam os bons momentos, e além disso, os fãs parecem não perceber que ele já tomava decisões duvidosas na primeira trilogia sendo sabotados pela própria memória afetiva que aqueles filmes despertam.

Alguns desses fãs são tão pedantes, que criaram a Ordem Machete que para eles é a única correta para assistir a Saga, que seria nessa ordem: Uma Nova Esperança, O Império Contra-Ataca, depois em um flashback de dois filmes, acompanharíamos O Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith, até terminar com O Retorno de Jedi. Assim, entre outras coisas, seria preservada a revelação de que Darth Vader é o pai do Luke e mais importante (para eles), se ignoraria completamente A Ameça Fantasma que seria um filme inútil.

A ordem Machete em si, já é uma grande bobagem, é só assistir aos filmes na ordem do cinema que tudo é preservado, saber como acaba a trilogia prequel não diminui os filmes, o importante é ver como chegamos aquele momento, como as peças se encaixam, a sequência, também ignora que as duas trilogias, tem os seus próprios arcos dramáticos que ficam completamente desorganizados, ou seja, eles sabotam até a trilogia original que tanto dizem amar. Mas o pior dela é realmente a criancice de querer descartar uma peça do cânone que é o primeiro, e aposto que quem faz isso, também rever o filme direto, mas não assume. Dito isso, a proposta aqui é tentar mostrar os pontos positivos de A Ameaça Fantasma.

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Top 5 –  Cinco ótimas razões para apreciar Star Wars A Ameaça Fantasma ou  “como aprendi a parar de me preocupar e amar a bomba”.

5º – A escala épica que a saga precisa.

Star Wars A Ameaça Fantasma é visualmente deslumbrante, hoje pode parecer lugar comum, mas as 1999, as tomadas aéreas de Coruscant e Naboo traziam uma escala inédita para os cinemas, há quem diga que isso é um erro, pois não combina com a primeira trilogia que se passa anos depois e conseqüentemente, deveria ser mais avançada. Mas a intenção foi justamente mostrar a prosperidade e sofisticação da república em relação a decadência moral e cultural provocada pelo império, no mais, a trilogia original é centrada nas batalhas que ocorrem na periferia da galáxia, de onde partem os ataques da Aliança Rebelde. A direção de Arte é soberba e imaginativa, os efeitos especiais continuam consistentes 16 anos depois, as criações digitais não apresentam o flickering tão comum naquela época. Outra reclamação comum é do excesso de CGI, mas como vocês podem ver nesse post, Lucas usou mais maquetes de cenários e miniaturas de naves em A Ameaça Fantasma do que em todos os filmes anteriores. E se a trilogia original inspirou centenas de outros filmes nas décadas seguintes, hoje, podemos dizer o mesmo da nova trilogia, que ainda que em menor grau, também foi muito copiada pelo cinema de fantasia e ficção científica, repare a semelhança da primeira e rápida aparição de Minas Tirith em A Sociedade do Anel e como ela lembra as tomadas aéreas de Naboo. Star Wars merecia essa grandiosidade, é claro que não pode ser apenas isso, além da casca, precisa do conteúdo e como veremos nos próximos tópicos, o filme tem.

Minas Tirith e Naboo, A Ameaça Fantasma moldou o cinema de fantasia posterior.

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4º – Expansão do Universo.

Além dos novos planetas, a mitologia também foi expandida, conhecemos o Conselho Jedi e o modus operandi dos cavaleiros na ótima sequencia inicial do filme, onde Qui-Gon Jinn e Obi-Wan Kenobi invadem a estação da federação do comércio, os Jedis correm em uma velocidade absurda, usam a Força para destruir dróides com um leve balançar de mãos e usam o sabre-de-luz para rebater tiros e derreter enormes portas de aço, falando em sabre, agora temos eles em formato duplo e roxo! As disputas envolvendo a federação do comércio e as movimentações no senado galático montam uma trama política crível e mantém um bom suspense sobre as causas da queda da república. Muitos ficaram putos com os coitadinhos dos midi-chlorians, por diminuir o misticismo envolto na Força, o que é uma grande bobagem, não diminui em nada, é possível ver, por exemplo, que o Mestre Yoda não liga a minima para o fato do jovem Anakin ter uma quantidade a cima do normal destas formas de vida microscópicas, ou seja, digamos que é apenas uma forma científica que alguns Jedis usam para explicar a Força, mas o misticismo envolto nela continua sendo o mais importante, fazendo uma analogia ruim (mas foi a primeira que me veio a mente), é como o Papa que recentemente afirmou que a Teoria da Evolução está correta e que não anula a existência de um criador, aliás, eu vejo as midi-chlorians como um conceito que  Lucas introduziu justamente para tentar explicar que um dos motivos para a derrocada dos Jedis foi o desvirtuamento de suas próprias crenças, algo que Darth Sidious usa para seduzir Anakin no Episódio III ao explicar as maravilhas da sabedoria Sith.

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3º – Lutas com Sabre-de-Luz realmente empolgantes.

A Ameaça Fantasma tem as lutas com Sabres mais bem coreografadas entre todos os seis filmes, enquanto na trilogia original elas permaneciam sempre lentas, com poucos movimentos, em O Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith, elas se tornaram sem expressividade pelo excesso de CGI, vejam a luta contra o General Grievous, ele simplesmente fica girando os quatro sabres como um helicóptero, enquanto Obi-Wan tenta se defender, praticamente não identificamos nada. Já as lutas contra Darth Maul são ótimas, a primeira no deserto de Tatooine tem um ótimo tom de urgência, revela um vilão realmente ameaçador, além de contar com uma fotografia belíssima, já a batalha final com os saltos impossíveis e o sabre-de-luz duplo é realmente algo memorável.

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2º Trilha Original de John Williams.

A trilha original de John Williams para a o filme é um espetáculo, do mesmo nível da série clássica, He is the Chosen One, Augie’s Great Municipal Band e Duel of the Fates estão entre as minhas canções preferidas da Saga, está última é a melhor da nova trilogia, quiçá, de todos os filmes. Impossível não se empolgar com a “Ópera Espacial”, duvidam? Fiquem com 10 horas de Duel of the Fates. Ah sim, já que falei em canções, vale ressaltar o trabalho absurdo de bom da edição e mixagem de som.

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1º – George Lucas só queria poder dar uma alegria para o povo, para essa gente que sofre tanto todos os dias.

Não culpem o Tio George, foram os fãs que pediram por novos filmes, e George Lucas fez de tudo para entregar o melhor material possível, mesmo com a pressão das comparações, da necessidade de expandir o universo e de linkar de maneira coerente os eventos dos novos filmes com a trilogia clássica, ele conseguiu reintroduzir o universo com eficiência, montou o tabuleiro, que foi desenvolvido nos episódios seguintes. Voltando a “Ordem Machete”, é tolice acreditar que dá pra ver Star Wars O Ataque dos Clones sem A Ameaça Fantasma e entender tudo, o primeiro ato do Episódio II, em Coruscant (que aliás é fabuloso, um noir neon que lembra muito Blade Runner) não faria o menor sentido sem o filme anterior. Sim, ao querer introduzir um novo arquétipo do “holy fool” com o Jar Jar Binks, ele errou feio, muito feio, mas o C3PO não ficava muito atrás em aborrecimento na trilogia clássica, a vantagem do droid é que ele tinha uma química perfeita com o R2-D2, e Lucas ouviu o recado dos fãs e diminuiu drasticamente a participação do Gunganiano, outros pontos falhos, a concepção imaculada de Anakin, também não fica atrás da tolice de Luke e Leia serem gêmeos, mesmo depois de criar um triangulo amoroso no primeiro filme, hoje nós estamos tão acostumados com isso, que nem percebemos o quanto era inútil e estranha essa revelação, a trilogia clássica também entregou os infantis Ewoks, ou seja, Lucas não infantilizou a Saga em A Ameaça Fantasma, ele já havia feito isso lá nos anos 80, a questão é que nossa memória afetiva nos impede de perceber. E o filme também introduziu personagens a altura da trilogia clássica, Amidala é tão interessante quanto Leia, Qui-Gon Jinn, vivido pelo eterno mentor Liam Neeson segura bem a difícil tarefa de ser o novo Alec Guiness/Ben Kenobi, o Obi-Wan do McGregor e o Mace Windu do Jackson tem pouco a fazer no filme, mas crescem substancialmente nos filmes seguintes, algo já esperado, afinal trata-se apenas da introdução de uma nova trilogia. Para finalizar, Lucas enche o filme com divertidos Easter Eggs, desde a aparição do E.T. no Senado Galático ou do Indiana Jones na platéia da Corrida de Pod, até pequenos detalhes que remetem a trilogia clássica, personagens da cantina Mos Eisley, diálogos clássicos em novos contextos. Em suma, ele quis divertir, no processo irritou aqui e ali, mas foi bem sucedido em entreter, as pessoas esquecem que a Saga é uma grande homenagem ao sub-gênero “B” das “space operas” e clichês e tosquices são inerentes a ela.

Indy procurando uma cadeira para sentar e assistir a corrida de pod.

P.S. A intenção não foi dizer que o filme é um obra-prima, problemas nele também existem aos borbulhões, e continua sendo o mais fraco entre todos os seis filmes, a ideia foi só destacar os pontos positivos e dizer que o filme não é descartável como alguns fãs xiitas pensam.

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Bônus: Um dos maiores críticos de todos os tempos, Roger Ebert, deu nota quase máxima para o filme, o qual ele chama de “uma conquista surpreendente no cinema imaginativo”, concordo plenamente. Leiam a resenha dele aqui.

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Papo de Cinema: Prevendo os maiores fracassos e os maiores sucessos de bilheterias do Cinema em 2015.

Papo de Cinema: Prevendo os maiores fracassos e os maiores sucessos de bilheterias do Cinema em 2015.

Não é preciso dons clarividentes para tentar descobrir quais filmes irão flopar nas bilheterias ou os que serão grandes êxitos comerciais, analisando campanha de marketing, momentos dos atores, gênero e enredo do filme, etc., é possível ter uma ideia. Dito isso, abaixo deixarei minhas apostas de quais filmes serão fracassos  e quais serão as cinco maiores bilheterias do ano. Vou me referir aos números das bilheterias norte americanas, alguns desses “fracassos”, por exemplo, podem conseguir amenizar os prejuízos com as bilheterias internacionais.

Cinco possíveis fracassos de bilheteria do Cinema em 2015.

Mortdecai [Estados Unidos, 2015].

Custo: Aproximadamente 60 Milhões de Dólares.

Vai arrecadar: 25 Milhões de Dólares.

Depp protagonizou dois fiascos gigantescos recentemente, O Cavaleiro Solitário e Transcendence, mas o problema nem é esse, o problema é que trata-se de um tipo de humor que não está na moda, e se os trailers de comédia costumam mostrar as melhores piadas, o negócio fica mais feio para o filme, porque não tem nenhuma cena engraçada.

 

Mad Max Fury Road  [Mad Max – Fury Road, Estados Unidos, 2015].

Custo: Entre 100 e 150 milhões de Dólares

Vai arrecadar: 70 Milhões de Dólares.

Produção problemática que se estendeu por anos com estouro de orçamento, teve um trailer empolgante divulgado recentemente que lembrou muito a estética do segundo e melhor filme da série. E esse que seria o maior trunfo, se pensarmos em qualidade, também pode ser a ruína, se pensarmos no gosto do público atual, o filme não parece atraente para o expectador médio de hoje, as chances de fracassar como outras continuações ou refilmagem trazidas dos anos 80 (Robocop, Total Recall, e para pensarmos em Austrália, Crocodilo Dundee :P) são grandes, para piorar, o filme estreia na semana seguinte a Os Vingadores 2 que ainda estará roubando todas as atenções..

 

The Martian [The Martian, Estados Unidos, 2015].

Custo: Estimativa de 140 milhões de Dólares.

Vai arrecadar: 75 milhões.

Analisando as últimas bilheterias de Ridley Scott, vemos que seu melhor número foi Prometheus, com 124 milhões de dólares, valor abaixo do custo da produção, e tendo em vista a gigantesca campanha de marketing que o filme recebeu, foi um número bem fraco, o filme foi salvo pelas bilheterias internacionais. O mais recente, Êxodo: Deuses e Reis, terá dificuldade para chegar aos 70 milhões de dólares, sendo que custou o dobro disso. Outro ponto é que trata-se de uma ficção científica que vem no embalo de Interestelar, que foi bem nas bilheterias, mas dividiu opiniões, o que já diminui interesse no gênero. E por último, tem o fator Marte, há uma “maldição” envolvendo o Planeta Vermelho, todos os filmes que o envolvem são destinados ao fracasso, só para citar alguns exemplos: Marte Precisa de Mães, Marte Ataca, Planeta Vermelho, Missão: Marte e John Carter. Lembro apenas de O Vingador do Futuro ter sido bem sucedido, e mesmo assim, se levarmos em conta que Schwarzenegger estava no auge da carreira, a bilheteria não foi tão alta assim.

 

O Exterminador do Futuro: Gênesis.  [Terminator – Genisys, Estados Unidos, 2015]

Custo: 170 Milhões de Dólares.

Vai arrecadar: 130 Milhões de dólares.

Analisando o alto custo da produção, a bilheteria dos dois últimos filmes da franquia que arrecadaram menos do que custaram (o quarto filme faliu a produtora que conduziu o projeto) e também as bilheterias do próprio Schwarzenegger que há mais de uma década não consegue um êxito comercial, já dá para ter uma noção. Outro ponto que pode afastar o público é que o filme aparenta ter uma trama bastante complexa, talvez a mais complexa de toda a série. E apesar de nós cinéfilos, adorarmos isso, o público médio que lota as salas e que foram responsáveis pela diminuição das sessões legendadas em favor das dubladas, não curtem. O filme pode até faturar um pouco mais que minha previsão, mas duvido muito que ultrapasse os 170 milhões que custaram a produção.

 

O Destino de Júpiter [Jupiter Ascending, Estados Unidos, 2015]

Custo: 175 milhões de dólares.

Vai arrecadar: 40 milhões de dólares.

O Destino de Júpiter, sem dúvida, será o maior abacaxi do ano, parece que até a própria Warner desistiu do filme, tirando do verão americano do ano passado para Fevereiro de 2015, um mês sempre fraco de bilheteria. Os pontos contra o filme: É história original, assim não tem uma base de fãs da literatura ou de qualquer outra origem como a maioria dos blockbusters que inundam os cinemas todos os anos; é dos irmãos Wachowskis que apesar de suas criações terem uma estética sempre interessante, não conseguiram agradar esse público médio depois de Matrix; e por último, o melhor parâmetro para o filme, se pensarmos em semelhanças, nos últimos anos foi o fracasso colossal John Carter. Uma pena, pois aparenta ser algo bem maneiro, mesmo sem ter visto, já acho o nome da protagonista, Jupiter Jones, um dos melhores e mais bem pensados dos últimos anos, além da clara referencia ao título, tem repetição das iniciais, algo recorrente nos quadrinhos e Jones é uma homenagem a Indiana Jones, protagonista da melhor aventura de todos os tempos, mais nerd impossível.

Outros fracassos certos: O Sétimo Filho, Agente 47, Max Steel e San Andreas.

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Agora tentarei acertar quais serão as 5 maiores bilheterias do ano na ordem correta.

 

As cinco possíveis maiores bilheterias do Cinema em 2015.

007 Spectre [Estados Unidos, 2015].

Custo: Entre 250 e 300 milhões de Dólares.

Vai arrecadar: 310 milhões de dólares.

A pequena janela entre o início das filmagens em Dezembro/14 e o lançamento do filme em Novembro/15 e o fato de, como de costume, tratar-se de uma produção locada em diversos países, elevaram o orçamento a astronômicos 300 milhões de dólares, rumores de que se trata da produção mais cara da história, e-mails vazados da Sony (uma das distribuidoras) revelam as reuniões para diminuir o orçamento cortando algumas cidades do roteiro. Mas mesmo com o custo assustador, o filme será um sucesso, alcançará  nos EUA e Canadá bilheteria semelhante a de Skyfall, pouco mais 300 milhões de dólares, esse é o teto do espião por lá, entretanto, Bond sempre foi muito bem sucedido internacionalmente, e certamente chegará novamente a casa do bilhão.

 

Velozes e Furiosos 7 [Furious 7, Estados Unidos, 2015]

Custo:175 milhões de dólares.

Vai arrecadar: 350 milhões de dólares.

A franquia vem aumentando a bilheteria gradativamente, eu mesmo que odiava a série, passei a gostar no sexto filme, mas um outro fator irá elevar ainda mais a bilheteria do filme, a trágica e precoce morte de um dos astros, Paul Walker, irá levar muitas pessoas aos cinemas num efeito parecido com o de Batman O Cavaleiro das Trevas que faturou o dobro de Batman Begins, mais de 500 milhões de dólares só nos EUA e Canadá, mas como Paul Walker não era um Heath Ledger e não trará uma atuação soberba que gere boca a boca, aposto em 350 milhões de dólares, 100 milhões a mais que o sexto filme.

Jogos Vorazes A Esperança Parte 2  [The Hunger Games – Mockinjay Part 2, Estados Unidos, 2015].

Custo: 125 milhões de dólares

Vai arrecadar: 380 milhões de dólares.

A conclusão da saga “Battle Royale with Cheese” é barbada, até mesmo a arrastada primeira parte de A Esperança que não tinha praticamente nada para mostrar, já ultrapassou os 300 milhões, é natural que esta segunda parte, que sairá após lançamento em Home Video do filme anterior (que dará a chance de mais pessoas conferirem), conseguirá um pouco mais.

 

Star Wars VII [Star Wars The Force Awakens, Estados Unidos, 2015].

Custo: 175 milhões de dólares.

Vai arrecadar: 470 milhões de dólares.

Os únicos filmes da saga que ultrapassaram a marca dos 400 milhões em solo norte americano foram justamente as primeiras partes das duas trilogias anteriores, Uma Nova Esperança e A Ameaça Fantasma, e depois de um hiato de 10 anos, os fãs estarão novamente sedentos, o retorno de alguns dos queridos personagens clássicos também será uma influência positiva. Mas em fim, o retorno de Star Wars é um verdadeiro evento pop, não existe a possibilidade de fracasso, e só não será a maior bilheteria do ano, porque na última década surgiu o universo cinematográfico Marvel.

Os Vingadores A Era de Ultron [Avengers: Age of Ultron, Estados Unidos, 2015].

Custo: 250 milhões de dólares.

Vai Arrecadar: 650 milhões de dólares.

A nova reunião de heróis da Marvel arrecadará absurdos, mas ainda não creio que ultrapassará os inacreditáveis 700 milhões de dólares de Avatar, ficará na mesma média da primeira reunião, acredito nisso por dois motivos, o primeiro é que não é mais novidade (como foi Avatar no 3D e o primeiro Vingadores pela reunião de super-heróis) e segundo que não tem um novo grande nome, os heróis acrescentados são pouco conhecidos, caso o Homem-Aranha integre o elenco futuramente, a porra ficará séria.

Outros êxitos comerciais que deverão ficar com bilheterias entre 180 e 300 milhões de dólares: As animações Divertida Mente, O Bom Dinossauro e Minions, além de Missão: Impossível 5, Jurassic World, Tomorrowland, Homem-Formiga, Pixels e Ted 2.

E é isso, deixem nos comentários as suas apostas e vamos ver no final do ano quem acerta mais. ;)

 

 

Preview: Cinema 2015.

Preview: Cinema 2015.

Como de costume, para encerrar o ano, um mega preview com mais de 100 filmes que irão estrear nos cinemas em 2015, com suas respectivas datas de lançamento e breves comentários ou pitacos sobre a trama. Não é por nada não, mas é um ótimo guia para favoritar e acompanhar durante o ano. :P

JANEIRO

01/01/15
Uma noite no museu 3 [Night at the Museum: Secret of the Tomb, Estados Unidos, 2015], de Shawn Levy (Fox). Gênero: comédia. Elenco: Ben Stiller, Owen Wilson, Robin Williams, Ben Kingsley

O único interesse seria a despedida do Robin Williams.

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08/01/15
Acima das nuvens [Clouds of Sils Maria, França, Suíça, Alemanha, 2015], de Olivier Assayas (Califórnia). Gênero: drama. Elenco: Kristen Stewart, Juliette Binoche, Chloë Grace Moretz

A única informação que eu tenho é que tem uma cena bem interessante com o bumbum da Kristen Stewart.

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Loucas pra casar [Loucas pra casar, Brasil, 2015], de Roberto Santucci (Downtown/Paris). Gênero: comédia. Elenco: Ingrid Guimarães, Tatá Werneck, Márcio Garcia

A primeira das cada vez mais numerosas globochanchadas do ano, e a tendência é aumentar.

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Whiplash – Em busca da perfeição [Whiplash, Estados Unidos, 2015], de Damien Chazelle (Sony). Gênero: drama. Elenco: Miles Teller, Paul Reiser, Melissa Benoist, J. K. Simmons

Parece uma cena de Eu Sou a Lenda, mas é o filme que pode dar o Oscar para o J.K. Simmons.

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15/01/15
Antes de dormir [Before I Go To Sleep, Reino Unido, 2015], de Rowan Joffe (Califórnia). Gênero: suspense. Elenco: Colin Firth, Nicole Kidman, Mark Strong

Thriller que ninguém viu em 2014 por onde passou, o que deve se repetir por aqui.

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Depois da chuva [Brasil, 2015], de Cláudio Marques, Marília Hughes (Espaço Filmes). Gênero: drama. Elenco: Pedro Maia, Sophia Corral, Talis Castro, Aícha Marques

Tive a oportunidade ver por um amigo da produção e é um ótimo filme juvenil situado no período das diretas já.

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Invencível [Unbroken, Estados Unidos, 2015], de Angelina Jolie (Universal). Gênero: drama. Elenco: Jai Courtney, Jack O’Connell, Domhnall Gleeson

Crítica dividida quanto a esse segundo filme de Angelina Jolie na direção, um drama esportivo e de guerra. Aposto que as negativas são de recalcados.

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Leviatã [Leviathan, Rússia, 2015], de Andrey Zvyagintsev (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Alexeï Serebriakov, Elena Liadova, Vladimir Vdovitchenkov, Roman Madianov

Vencedor de melhor roteiro em Cannes, deve abrir em circuito limitadíssimo, então foda-se.

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Livre [Wild, Estados Unidos, 2015], de Jean-Marc Vallée (Fox). Gênero: drama. Elenco: Reese Witherspoon, Laura Dern, Gaby Hoffmann

Parece uma versão feminina de Na Natureza Selvagem, vale ressaltar que tem Reese Witherspoon nua 16 anos após o último nude dela em Segundas Intenções.

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O segredo das águas [Still the Water, Japão, Espanha, França, 2015], de Naomi Kawase (Califórnia). Gênero: romance. Elenco: Nijirô Murakami, JunYoshinaga, Miyuki Matsuda

Novo filme naturalista da cineasta japonesa Naomi Kawase.

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Os Pinguins de Madagascar [The Penguins of Madagascar, Estados Unidos, 2015], de Simon J. Smith (Fox). Gênero: animação. 3D

Spin-off de Madagascar com os coadjuvantes que sempre foram mais engraçados. Mesmo assim, passo.

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A teoria de tudo [The Theory Of Everything, Reino Unido, 2015], de James Marsh (Universal). Gênero: drama. Elenco: Eddie Redmayne, Felicity Jones

Prevejo choros.

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Birdman ou a inesperada virtude da ignorância [Birdman, Estados Unidos, 2015], de Alejandro González Iñárritu (Fox). Gênero: drama. Elenco: Naomi Watts, Zach Galifianakis, Emma Stone, Edward Norton, Michael Keaton.

O filme mais badalado da temporada de premiações. Segura o hype.

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Cássia [Brasil, 2015], de Paulo Henrique Fontenelle (H2O). Gênero: documentário

Documentário bastante elogiado sobre a cantora.

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Foxcatcher – Uma história que chocou o mundo [Foxcatcher, Estados Unidos, 2015], de Bennett Miller (Sony). Gênero: drama. Elenco: Channing Tatum, Mark Ruffalo, Anthony Michael Hall

A história que chocou o mundo, que na verdade, só os americanos conhecem. Caracterizações bizarras de Carrell e Rufallo, e estamos de olho em Tatum.

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29/01/15
Busca Implacável 3 [Taken 3, Estados Unidos, 2015], de Olivier Megaton (Fox). Gênero: ação. Elenco: Liam Neeson, Maggie Grace, Famke Janssen

Depois da bomba pavorosa que foi a segunda parte, não sei o que mais a série pode oferecer.

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Caminhos da floresta [Into the woods, Estados Unidos, 2015], de Rob Marshall (Disney). Gênero: comédia. Elenco: Emily Blunt, Chris Pine, Johnny Depp, Meryl Streep

Baseado em musical da Broadway, dirigido pelo inexpressivo Rob Marshall que pega carona na onda de reimaginações de histórias infantis. Não estreou bem nos EUA esse fim de semana.

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Grandes olhos [Estados Unidos, 2015], de Tim Burton (Paris). Gênero: drama. Elenco: Amy Adams, Christoph Waltz, Krysten Ritter

Novo filme de Tim Burton, bem mais comedido em estilo. Parece bom.

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O jogo da imitação [The Imitation Game, Reino Unido, Estados Unidos, 2015], de Morten Tyldum (Diamond Filmes). Gênero: drama. Elenco: Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Goode

Cumberbatch correndo por fora na temporada de premiações.

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FEVEREIRO
05/02/15
Bob Esponja: Um herói fora d’água [SpongeBob SquarePants 2, Estados Unidos, 2015], de Paul Tibbitt (Paramount Pictures). Gênero: animação. 3D

Mistura bizarra de animação tradicional, CGI e Live-Action, grandes chances de ser um dos mais divertidos do ano.

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Corações de Ferro [Fury, Estados Unidos, 2015], de David Ayer (Sony). Gênero: ação. Elenco: Shia LaBeouf, Michael Pena, Brad Pitt, Logan Lerman, Scott Eastwood

Já tem release em boa qualidade na baía pirata, vai ser difícil se segurar até fevereiro.

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O Destino de Júpiter [Jupiter Ascending, Estados Unidos, 2015], de Andy Wachowski, Lana Wachowski (Warner). Gênero: ficção científica. Elenco: Mila Kunis, Channing Tatum, Sean Bean, Jeremy Swift, Vanessa Kirby. 3D. Imax

Já estou antecipadamente triste por ter certeza que será um fracasso. Uma pena porque parece muito maneiro, e o nome da protagonista, Jupiter Jones, não podia ser mais nerd.

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Um santo vizinho [St. Vincent, Estados Unidos, 2015], de Theodore Melfi (Paris). Gênero: comédia. Elenco: Naomi Watts, Bill Murray, Melissa McCarthy

Bill Murray sendo Bill Murray.

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12/02/15
Annie [Annie, Estados Unidos, 2015], de Will Gluck (Sony). Gênero: musical. Elenco: Cameron Diaz, Rose Byrne, Jamie Foxx, Quvenzhané Wallis

Refilmagem de um musical para servir de escada para a jovem atriz indicada ao Oscar de nome engraçado.

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Cinquenta tons de cinza [Fifty Shades of Grey, Estados Unidos, 2015], de Sam Taylor-Johnson (Universal). Gênero: drama. Elenco: Aaron Taylor-Johnson, Dakota Johnson, Jamie Dornan

A nudez do filme se limitará a peitinhos e glúteos, acho que a galera está interessada no plot então não fará muita diferença, né?

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Mortdecai [Estados Unidos, 2015], de David Koepp (Paris). Gênero: policial. Elenco: Johnny Depp, Ewan McGregor, Olivia Munn, Gwyneth Paltrow

Mais um personagem excêntrico para a conta do Depp. E com um cheirinho de fracasso épico.

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19/02/15

Renascidos do Inferno [The Lazarus Effect, 2015], de David Gelb, com Olivia Wilde, Evan Peters.

Parece uma mistura de Na Linha da Morte com Re-Animator e com Olivia Wilde. Quero.

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Amaldiçoado [Horns, Estados Unidos, Canadá, 2015], de Alexandre Aja (Diamond Filmes). Gênero: drama. Elenco: Daniel Radcliffe, Juno Temple, Max Minghella

Há meses na internet, seria lançado em 2014 com o nome O Pacto, foi alterado para Fevereiro e agora com o título de Amaldiçoado. Capaz de ir direto para as locadoras, mas é até legalzin.

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Sniper americano [American Sniper, Estados Unidos, 2015], de Clint Eastwood (Warner). Gênero: ação. Elenco: Bradley Cooper, Sienna Miller, Luke Grimes

Clint Eastwood está em plena forma como diretor.

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26/02/15
Focus [Focus, Estados Unidos, 2015], de Glenn Ficarra, John Requa (Warner). Gênero: comédia. Elenco: Rodrigo Santoro, Will Smith, Margot Robbie

Comédia com a participação de Rodrigo Santoro, mas o interesse é na Arlequina, Margot Robbie. <3

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Mapas para as estrelas [Maps to the stars, Canadá, Estados Unidos, 2015], de David Cronenberg (Paris). Gênero: drama. Elenco: Robert Pattinson, Julianne Moore, Olivia Williams

Já assisti e é mais uma bizarrice bacana do Cronenberg.

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O ano mais violento [A Most Violent Year, Estados Unidos, 2015], de J.C. Chandor (Paris). Gênero: ação. Elenco: Oscar Isaac, Jessica Chastain, David Oyelowo

Na reta final do ano começou a despontar entre os favoritos para indicação ao Oscar de melhor filme.

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Para sempre Alice [Still Alice, Estados Unidos, 2015], de Richard Glatzer, Wash Westmoreland (Diamond Filmes). Gênero: drama. Elenco: Julianne Moore, Kristen Stewart, Kate Bosworth

Julianne Moore cotadíssima para o Oscar de Atriz. Preferiria como coadjuvante por Mapa para as Estrelas.

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Superpai [Superpai, Brasil, 2015], de Pedro Amorim (Universal). Gênero: comédia. Elenco: Rafinha Bastos, Danton Mello, Danilo Gentilli, Dani Calabresa

Comédia que terá no elenco Danilo Gentili, Rafinha Bastos e Antonio Tabet, que maravilha, hein?

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MARÇO
05/03/15
Kingsman – Serviço Secreto [Kingsman: The Secret Service, Estados Unidos, 2015], de Matthew Vaughn (Fox). Gênero: ação. Elenco: Colin Firth, Samuel L. Jackson, Mark Hamill

Thriller de espionagem com direção de Matthew Vaughn. Já estou na fila.

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The Cobbler [The Cobbler, Estados Unidos, 2015], de Thomas McCarthy (Imagem). Gênero: comédia. Elenco: Adam Sandler, Dustin Hoffman, Steve Buscemi

Uma ano sem comédia de Adam Sandler: Um sonho distante.

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The Water Diviner [The Water Diviner, Austrália, 2015], de Russel Crowe (Paris). Gênero: drama. Elenco: Russel Crowe, Olga Kurylenko, Jai Courtney

Estreia de Crowe na direção, um drama de guerra sobre a Batalha de Gallipoli de 1919.

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12/03/15
Atividade paranormal 5 [Paranormal Activity 5, Estados Unidos, 2015], de Gregory Plotkin (Paramount Pictures). Gênero: horror. 3D

Sim, chegamos ao quinto, esse estreou em Outubro nos EUA, mas aqui foi adiado para não ficar muito próximo do spin-off  “Marcados pelo Mal” que também foi lançado em 2014, o problema é que esse já tem um segundo spin-off saindo também. Quem aguenta?

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No coração do mar [In the Heart of the Sea, Estados Unidos, 2015], de Ron Howard (Warner). Gênero: drama. Elenco: Chris Hemsworth, Cillian Murphy, Ben Whishaw

Adaptação de Moby Dick pelas mãos de Ron Howard, pelo menos visualmente, o filme já promete ser espetacular.

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O Sétimo Filho [The Seventh Son, Reino Unido, 2015], de Sergey Brodov (Universal). Gênero: aventura. Elenco: Jeff Bridges, Ben Barnes, Julianne Moore

Pensei que era um terceiro Percy Jackson, mas é outra coisa.

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19/03/15
A série Divergente – Insurgente [Insurgent, Estados Unidos, 2015], de Robert Schwentke (Paris). Gênero: aventura. Elenco: Naomi Watts, Shailene Woodley, Theo James, Miles Teller

O vice Jogos Vorazes estreia sua segunda parte, com a vice namoradinha da América, Shailene Woodley.

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26/03/15

O sal da Terra [Le Sel de La Terre, Brasil, França, Itália, 2015], de Wim Wenders, Juliano Salgado (Imovision). Gênero: documentário

Documentário sobre Sebastião Salgado do renomado Wim Wenders.

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O último ato [The Humbling, Estados Unidos, 2015], de Barry Levinson (Califórnia). Gênero: drama. Elenco: Al Pacino, Greta Gerwig, KyraSedgwick, Charles Grodin, Dianne Wiest

Drama de Barry Levinson que erra mais que acerta. Vamos ver no que dá.

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Vício inerente [Inherent Vice, Estados Unidos, 2015], de Paul Thomas Anderson (Warner). Gênero: drama. Elenco: Josh Brolin, Reese Witherspoon, Jena Malone, Joaquin Phoenix

Finalmente no fim de Março estreia o novo Paul Thomas Anderson, não precisa dizer nada, né?

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ABRIL
02/04/15
Cinderela [Cinderella, Estados Unidos, 2015], de Kenneth Branagh (Disney). Gênero: romance. Elenco: Helena Bonham Carter, Cate Blanchett, Stellan Skarsgard, Richard Madden, Lily James

Mais uma adaptação live-action de conto infantil para a conta, mas esse parece que manterá o tom da obra e não reimaginá-la.

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Velozes e Furiosos 7 [Fast & Furious 7, Estados Unidos, 2015], de James Wan (Universal). Gênero: ação. Elenco: Vin Diesel, Dwayne Johnson, Paul Walker

Não tenho a menor dúvidas que gerará lucro suficiente para realizar mais uns 7 filmes da série.

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Winter sleep [Kis Uykusu, Turquia, França, Alemanha, 2015], de Nuri Bilge Ceylan (Pandora). Gênero: drama. Elenco: Haluk Bilginer, Melisa Sözen, Demet Akbag, Ayberk Pekcan

190 minutos de contemplação para quem tiver coragem.

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09/04/15
Max Steel [Max Steel, Estados Unidos, 2015], de Stewart Hendler (Imagem). Gênero: aventura. Elenco: Andy Garcia, Maria Bello, Mike Doyle

Live-action de Max Steel. Qual a necessidade disso, minha gente?

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The gunman [The gunman, Espanha, Reino Unido, França, 2015], de Pierre Morel (Paris). Gênero: ação. Elenco: Javier Bardem, Sean Penn, Idris Elba

Bardem, Penn e Elba, só pelo elenco já dá pra gerar expectativa.

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16/04/15
Chappie [Chappie, Estados Unidos, 2015], (Sony). Gênero: ação. Elenco: Hugh Jackman, Sigourney Weaver, Sharlto Copley

Terceira investida do Blomkamp na ficção-científica. Esse robôzinho da imagem é feito por captura de movimentos, dá pra acreditar?

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Run All Night [Run All Night, Estados Unidos, 2015], de Jaume Collet-Serra (Warner). Gênero: ação. Elenco: Liam Neeson, Ed Harris

Mais um derivado de Busca Implacável do Neeson. Nossinhora.

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30/04/15

Os Vingadores 2: A Era de Ultron [Avengers: Age of Ultron, Estados Unidos, 2015], de Joss Whedon (Disney). Gênero: ação. Elenco: Chris Evans, Chris Hemsworth, Robert Downey Jr., Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Jeremy Renner

A Marvel/Disney vai precisar de um cofre maior que o do Tio Patinhas para guardar o dinheiro que irá arrecadar com o filme.

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MAIO
07/05/15
A estrada 47 [Brasil, 2015], de Vicente Ferraz (Europa). Gênero: drama. Elenco: Daniel de Oliveira, Julio Andrade, Francisco Gaspar

Drama de guerra brazuca que rodou os festivais mundo a fora em 2014 e agora vai estrear comercialmente.

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Child 44 [Child 44, Estados Unidos, 2015], de Daniel Espinosa (Paris). Gênero: drama. Elenco: Tom Hardy, Gary Oldman, Noomi Rapace, Joel Kinnaman

Drama ambientado na União Soviética de Stalin. Grandes chances de vermos os geniais surtos do Gary Oldman.

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14/05/15
Mad Max – Estrada da fúria [Mad Max – Fury Road, Estados Unidos, 2015], de George Miller (Warner). Gênero: ação. Elenco: Mel Gibson, Tom Hardy, Charlize Theron, Nicholas Hoult. 3D. Imax

Produção problemática que durou anos para ser finalizada. Mas o trailer lançado nesse mês de Dezembro já é uma pequena obra-prima. Parece foda.

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28/05/15
San Andreas [San Andreas, Estados Unidos, 2015], de Brad Peyton (Warner). Gênero: aventura. Elenco: Carla Gugino, Dwayne Johnson, Alexandra Daddario

Filme catástrofe estrelado por Dwayne Johnson, mas tudo que eu quero é ver as tetas da Daddario chacoalhando no terremoto, se o filme não mostrar isso ficarei decepcionado.

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Monster Trucks [Monster Trucks, Estados Unidos, 2015], de Chris Wedge (Paramount Pictures). Gênero: animação. 3D

Animação da Paramount/DreamWorks ainda sem nenhuma imagem divulgada, mas parece ser um derivado não oficial de Carros da Disney.

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JUNHO
04/06/15
Home aka B.O.O.: Bureau of Otherworldly Operations [B.O.O.: Bureau of Otherworldly Operations, Estados Unidos, 2015], de Anthony Leondis (Fox). Gênero: animação. 3D

Já essa animação da BlueSky/ Fox é um derivado não oficial de Monstros S.A.

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Tomorrowland [Tomorrowland, Estados Unidos, 2015], de Brad Bird (Disney). Gênero: ficção científica. Elenco: George Clooney, Hugh Laurie. 3D

Brad Bird tem sempre minha atenção máxima, e pelo teaser, aparenta ser uma das aventuras mais originais do ano.

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 11/06/15
Jurassic World [Jurassic World, Estados Unidos, 2015], de Colin Trevorrow (Universal). Gênero: ação. Elenco: Bryce Dallas Howard, Chris Pratt, Vincent D’Onofrio

Com um parque high-tech, monstros híbridos e velociraptors adestrados, o filme parece um samba do dinossauro doido. Mas vai que surpreende?

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Untitled Cameron Crowe Project [Untitled Cameron Crowe Project, Estados Unidos, 2015], de Cameron Crowe (Fox). Gênero: aventura. Elenco: Bradley Cooper, Rachel McAdams, Emma Stone

O novo do Cameron Crowe está em plena produção com grande elenco, já tem data de estreia mundial e ainda não tem título, até parece que o diretor é relevante desse jeito. :P

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 25/06/15
Minions [Estados Unidos, 2015], de Pierre Coffin, Kyle Balda (Universal). Gênero: animação. Elenco: Sandra Bullock, Steve Carell, John Hamm. 3D

Derivado do chato Meu Malvado Favorito, mas essas criaturas são as únicas coisas que prestam no filme mesmo, então pode até ser divertido.

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JULHO
02/07/15
O exterminador do futuro – Gênesis [Terminator – Genisys, Estados Unidos, 2015], de Alan Taylor (Paramount Pictures). Gênero: ação. Elenco: Arnold Schwarznegger, Emilia Clarke, Jay Courtney. 3D

O filme é refilmagem, reimaginação, prequel e universo alternativo. Uma loucura só, mas estou confiante que vai funcionar. O Schwarza merece.

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Divertida Mente [The Inside Out, Estados Unidos, 2015], de Pete Docter (Disney). Gênero: animação. 3D

Nova animação da Pixar que desde Toy Story 3 não encanta.

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09/07/15
Ted 2 [Ted 2, Estados Unidos, 2015], de Seth Macfarlane (Universal). Gênero: comédia. Elenco: Amanda Seyfried, Mila Kunis, Seth MacFarlane

Depois do vacilo de Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola, Macfarlane retorna com seu grande êxito nos cinemas para pedir perdão. O ursinho que foi o pesadelo do Protógenes para o desespero do pequeno Juan.

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16/07/15
Homem-Formiga [Ant-Man, Estados Unidos, 2015], de Peyton Reed (Disney). Gênero: ação. Elenco: Patrick Wilson, Paul Rudd, Evangeline Lilly. 3D

Peguei um ódio pelo filme depois que a Marvel demitiu o Edgar Wright da direção. Mesmo que eu goste do filme, é capaz de eu mentir que não gostei só de pirraça.

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Pan [Pan, Estados Unidos, 2015], de Joe Wright (Warner). Gênero: aventura. Elenco: Hugh Jackman, Garrett Hedlund. 3D

Peter Pan retorna aos cinemas, agora com uma estória de origem. Tá na moda. Mas a direção é do sempre foda Joe Wright, estou de olho.

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23/07/15
Pixels [Pixels, Estados Unidos, 2015], de Chris Columbus (Sony). Gênero: animação. Elenco: Michelle Monaghan, Peter Dinklage, Josh Gad

Baseado no curta genial onde jogos “8-bits” atacam o planeta, mas tem o Adam Sandler no elenco. /o\. Mas tem também o Peter Dinklage. \o/.

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Poltergeist [Poltergeist, Estados Unidos, 2015], de Gil Kenan (Fox). Gênero: horror. Elenco: Sam Rockwell, Jared Harris, Rosemarie DeWitt, Nicholas Braun. 3D

Refilmagem do clássico dos anos 80 com direção de Gil Kenan do ótimo A Casa Monstro que já era uma bela homenagem aos filmes dos anos 80. Pode funcionar.

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AGOSTO
06/08/15
The Fantastic Four [The Fantastic Four, Estados Unidos, 2015], de Josh Trank (Fox). Gênero: ação. Elenco: Jamie Bell, Michael B. Jordan, Kate Mara, Miles Teller. 3D

Única imagem dessa produção altamente duvidosa é essa tosca aí do novo Dr. Doom. Acredito que o traje terá complemento em CGI porque se for isso aí. Deuzulivre.

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13/08/15
Entourage [Entourage, Estados Unidos, 2015], de Doug Ellin (Warner). Gênero: comédia. Elenco: Jeremy Piven, Kevin Connolly , Adrian Grenier, Kevin Dillon, Jerry Ferrara

Filme baseado na famosa série da HBO.

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27/08/15
Agent 47 [Estados Unidos, 2015], de Aleksander Bach (Fox). Gênero: ação. Elenco: Rupert Friend, Zachary Quinto, Hannah Ware

Sim, uma segunda tentativa de levar o game Hitman aos cinemas. Vai entender a cabeças dos homens que tem dinheiro em Hollywood, né?

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SETEMBRO
03/09/15
Goosebumps [Goosebumps, Estados Unidos, 2015], de Rob Letterman (Sony). Gênero: horror. Elenco: Halston Sage, Odeya Rush, Dylan Minnette

Adaptação de uma série de livros de terrir. Enquanto não sai o novo e inevitável Caça-Fantasmas.

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O Agente da U.N.C.L.E [The Man from U.N.C.L.E, Estados Unidos, 2015], de Guy Ritchie (Warner). Gênero: ação. Elenco: Armie Hammer, Hugh Grant, Henry Cavill, Elizabeth Debicki

Adaptação de uma série de TV de espionagem dos anos 60 pelas mãos do irregular Guy Ritchie.

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10/09/15
Magic Mike 2 [Magic Mike XXL, Estados Unidos, 2015], de Gregory Jacobs (Warner). Gênero: comédia. Elenco: Matthew McConaughey, Channing Tatum, Matt Bomer

Continuação de Magic Mike. Precisava? Meninas não vale responder. :P

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17/09/15
Everest [Everest, Estados Unidos, 2015], de Baltasar Kormakur (Universal). Gênero: aventura. Elenco: Jake Gyllenhaal, Keira Knightley, Robin Wright. 3D

Aventura baseada em um trágico evento ocorrido no monte Everest nos anos 90, em 3D. Parece legal.

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Maze Runner 2 [Maze Runner – Scorch Trials, Estados Unidos, 2015], de Wes Ball (Fox). Gênero: ficção científica. Elenco: Dylan O’Brien, Aidan Gillen, Kaya Scodelario

Continuação do vice-vice Jogos Vorazes, cuja primeira parte encerrou com um cliffhanger filho da puta.

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24/09/15
The Intern [The Intern, Estados Unidos, 2015], de Nancy Meyers (Warner). Gênero: comédia. Elenco: Robert De Niro, Anne Hathaway

Nova comédia romântica de Nancy Myers. Ela parece não ser muito ambiciosa.

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OUTUBRO
01/10/15
Frankenstein [Frankenstein, Estados Unidos, 2015], de Paul McGuigan (Fox). Gênero: drama. Elenco: Daniel Radcliffe, James McAvoy.

Nova adaptação da obra de Mery Shelley, agora centrada no ponto de vista do ajudante do Doutor Victor, Igor, interpretado pelo Radcliffe.

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08/10/15
O pequeno príncipe [Le petit prince, França, 2015], de Mark Osborne (Paris). Gênero: animação. Elenco: Rachel MacAdams, Mackenzie Foy, James Franco

E mais uma adaptação, agora de O Pequeno Príncipe que misturará várias técnicas de animações e também live-action.

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The Jungle Book [The Jungle Book, Estados Unidos, 2015], de Jon Favreau (Disney). Gênero: aventura. Elenco: Idris Elba, Scarlett Johansson, Lupita Nyong’o

Já Favreau se encarrega de transpor para o live-action, The Jungle Book.

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The Walk [The Walk, Estados Unidos, 2015], de Robert Zemeckis (Sony). Gênero: drama. Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Ben Kingsley, Charlotte Le Bon

Zemeckis traz a história do equilibrista Philippe Petit que caminhou entre as Duas Torres nos anos 70. A história dele já foi contada no excelente doc Man on Wire. Com direção de Zemeckis podemos ter certeza de que o drama trará efeitos especiais incríveis.

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15/10/15
St. James Place [Estados Unidos, 2015], de Steven Spielberg (Fox). Gênero: drama. Elenco: Amy Ryan, Tom Hanks, Mark Rylance, Eve Hewson

Drama sobre a Guerra Fria que reune novamente Steven Spielberg e Tom Hanks.

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22/10/15
Crimson Peak [Crimson Peak, Estados Unidos, 2015], de Guillermo Del Toro (Universal). Gênero: horror. Elenco: Jessica Chastain, Charlie Hunnam, Tom Hiddleston

Talvez para se desculpar por Mama, terror que Del Toro produziu, ele resolveu pessoalmente dirigir esse horror com Jessica Chastain. Agora sim.

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29/10/15
007 – Spectre [Estados Unidos, 2015], de Sam Mendes (Sony). Gênero: ação. Elenco: Daniel Craig, Léa Seydoux, Christoph Waltz, Dave Bautista, Andrew Scott, Monica Bellucci, Ralph Fiennes

Com uma produção bem apertada, o filme está previsto para ser lançado apenas dez meses após o início das filmagens, talvez isso explique o fato da produção estar sendo considerada a mais cara da história. Espero que a pressa não atrapalhe.

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NOVEMBRO
12/11/15
Friday the 13th [Friday the 13th, Estados Unidos, 2015], (Paramount Pictures). Gênero: horror. 3D

Mais um Sexta-Feira 13, só não sei se será um novo remake ou continuação do filme de 2010.

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19/11/15
Jogos Vorazes: A esperança – Parte 2 [The Hunger Games – Mockinjay Part 2, Estados Unidos, 2015], de Francis Lawrence (Paris). Gênero: aventura. Elenco: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth

Finalmente a saga de Katniss chega ao fim, já estava ficando aTORDOado. Ok, essa foi péssima.

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26/11/15
The Martian [The Martian, Estados Unidos, 2015], (Fox). Gênero: ação

Ridley Scott volta ao espaço, dessa vez para Marte, e leva com ele Jessica Chastain e grande elenco.

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DEZEMBRO
17/12/15
Star Wars: Episódio VII – O despertar da força [Star Wars: Episode VII, Estados Unidos, 2015], de J.J. Abrams (Disney). Gênero: ação. Elenco: Harrison Ford, Lupita Nyong’o, Gwendoline Christie, Carrie Fisher. 3D

Aí sim, caralho! Vou chorar muito nos cinemas. Fiquem novamente com o trailer nessáporra!

24/12/15
Kung Fu Panda 3 [Kung Fu Panda 3, Estados Unidos, 2015], de Jennifer Yuh (Fox). Gênero: animação. 3D

NHEEEEENNNNNNN.

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Agora os lançamentos que ainda se encontram sem datas no Brasil, mas que provavelmente irão estrear em 2015.

2015 SEM DATA

Z for Zachariah [EUA, 2015], de Craig Zobel, com Chris Pine, Chiwetel Ejiofor, Margot Robbie.

Ficção científica pós-apocalíptica baseado em livro homônimo.

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Sobrenatural Capítulo 3 [Insidious Chapter 3, EUA, 2015], Leigh Whannell.

Um prequel do terror de James Wan, com novo elenco e diretor. Já tô com medo, mas de ser uma bosta.

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Selma [EUA, 2015], De Ava DuVernay, com David Oyelowo, Carmen Ejogo, Tim Roth

Filme sobre Martin Luther King, deve estrear no início do ano ainda.

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Serena [EUA, França], de Susanne Bier, com Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Rhys Ifans.

Nova parceria entre Bradley Cooper e Jennifer Lawrence (que vai se repetir novamente no próximo filme do David O. Russell, Joy, que deve chegar por aqui apenas no início de 2016).

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Invasão à Londres [London Has Fallen, EUA, 2015], de Babak Najafi, com Gerard Butler, Morgan Freeman.

Não sei quem foi o corno que achou necessário uma continuação de Invasão à Casa Branca, mas é curioso que o diretor se chame “Babak”.

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A Ressaca 2 [Hot Tube Time Machine 2, EUA, 2015], De Steve Pink, com Chevy Chase, Adam Scott, Clark Duke, Craig Robinson, Rob Corddry.

Continuação da comédia de 2010 que tinha seus momentos.

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The Babadook [Australia, 2014], De Jennifer Kent, com Essie Davis, Noah Wiseman, Daniel Henshall.

O mais provável é que esse ótimo terror seja lançado direto nas locadoras, mas quem sabe se o filme não receber alguma indicação ao Oscar, a distribuidora não resolva lançá-lo nos cinema?

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A Luneta do Tempo [Brasil, 2014], De Alceu Valença, com Irandhir Santos, Hermila Guedes.

O filme dirigido pelo cantor Alceu Valença encantou nos festivais.

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 Southpaw [EUA, 2015], de Antoine Fuqua, com Jake Gyllenhaal, Rachel McAdams, Naomie Harris.

Jake Gyllenhaal que se encontra em uma ótima fase irreconhecível na pele de um lutador de box. O problema aqui é só o problemático diretor.

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The Gambler [EUA, 2015], de  Rupert Wyatt com Mark Wahlberg, John Goodman.

Drama sobre um professor de literatura com um vício irrefreável em apostas.

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The Visit [EUA, 2015], de M. Night Shyamalan, com Kathryn Hahn, Ed Oxenbould, Erica Lynne Marszalek.

Mais uma ficção científica do Shyamalan. Nada contra, tenho até alguns amigos que gostam.

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O Bom Dinossauro [The Good Dinosaur, EUA, 2015], de Peter Sohn.

Animação da Pixar que deveria ter estreado ano passado, mas que foi adiada por motivos de ter ficado uma bosta, o filme foi praticamente refeito. O que aconteceu com a PIXAR???

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Blackhat [EUA, 2015], de Michael Mann, com Chris Hensworth.

Thriller de Michael Mann é sempre expectativa alta.

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The Revenant [EUA, 2015], de Alejandro González Iñárritu. Com Tom Hardy, Leonardo DiCaprio.

Ainda em alta com o sucesso de Birdman, Iñarritu já está emendando um faroeste com DiCaprio no elenco para a próxima temporada de premiações.

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Knight of Cups [EUA, 2015], Terrence Malick, com Christian Bale, Natalie Portman, Cate Blanchet.

Pelo primeiro trailer, parece que terá uma pegada um pouco diferente dos últimos filmes do Malick, mas com a mesma câmera contemplativa do cineasta.

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Jane Got a Gun [EUA, 2015], de Gavin O’Connor, com Natalie Portman, Joel Edgerton, Rodrigo Santoro, Ewan McGregor.

E Portman estrelando um faroeste, tendo que defender a casa com ajuda de um ex-amante de um ataque promovido por inimigos do seu marido. Gostei.

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Mr. Holmes [Reino Unido, 2015], de Bill Condon, com Ian Mckellen, Laura Linney.

O filme acompanhará a velhice de Sherlock Holmes que será interpretado por ninguém menos que Mckellen. Foda.

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Missão: Impossível 5 [ Mission Impossible 5, EUA, 2015], de Christopher McQuarrie, com Tom Cruise, Paula Patton, Jeremy Renner, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Alec Baldwin, Ving Rhames.

Quinto filme da franquia com mais stunts malucos do Tom Cruise.

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Lost City of Z [EUA, 2015], De James Gray, com Bennedict Cumberbatch, Sienna Miller e Robert Pattinson.

Adaptação do best seller sobre uma civilização perdida dirigida por James Gray e com Cumberbatch. Shut up and take my money!

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The Hateful Eight [EUA, 2015], de Quentin Tarantino, com Channing Tatum, Samuel L. Jackson, Kurt Russell, Jennifer Jason Leigh, Tim Roth, Zoë Bell, Bruce Dern, Michael Madsen, Demian Bichir.

Depois do mimimi com o vazamento do roteiro, Tarantino resolveu dar continuidade ao seu novo faroeste.

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Então é isso, essas serão as principais estreias do ano de 2015 nos cinemas, tem para todos os gostos. Se esqueci algum, avisem nos comentários. Feliz ano Novo e bons Filmes!

Os melhores filmes de 2014.

Os melhores filmes de 2014.

Meus 20 filmes preferidos lançados no Brasil em 2014, seja nos cinemas, home vídeo, televisão ou VOD.

Menções Honrosas:

Frozen – Uma aventura congelante12 anos de escravidãoClube de compras DallasRoboCop; Entre nós ; NoéCapitão América 2: o soldado invernal; O grande mestreNo limite do amanhã; Como treinar seu dragão 2O mercado de notíciasAmantes eternosLucyMagia ao luarAnjos da lei 2O homem mais procurado; Ninfomaníaca – Parte 1 & Parte 2Miss Violence; Jersey Boys; Alabama MonroeO menino e o mundoA imagem que faltaVizinhos; Mesmo se nada der certoO protetorOs Boxtrolls; Planeta dos macacos: o confronto, Bem-Vindo a Nova York, O Ciúme e Ida.  Além, das produções não lançadas nos cinemas: Heróis da RessacaThe Normal Heart  e Locke.

20 – The Rover – A caçada [The Rover, Austrália, 2014], de David Michôd (Vitrine Filmes).

Um Mad Max sem as firulas dos anos 80, pesado, repleto de momentos “wtf ?”e com grandes atuações, até o Pattinson está ótimo, mas quem brilha mesmo é Guy Pearce cuja motivação, só compreendemos no final, que aliás é surpreendentemente delicado e emocional.

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19 – Era uma vez em Nova York [The Immigrant, Estados Unidos, 2014], de James Gray (Europa).

Plasticamente um dos filmes mais belos do ano, só aquele maravilhoso plano final já faz do filme merecedor de uma posição em qualquer ranking de melhores do ano, embora dessa vez, Gray peque um pouco na nebulosidade de seus personagens, não que eu me importe muito com isso, o que eu aprecio na maioria das vezes é a beleza do visual e da estrutura, e isso o filme tem de sobra.

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18 – Praia do Futuro [Brasil, 2014], de Karim Aïnouz (Califórnia).

E falando em beleza visual e de estrutura, por esse mesmo motivo, adorei o novo e esteticamente mais bonito trabalho do Karim Aïnouz, pouco importa se ele mantém as motivações dos personagens sem respostas, principalmente no terceiro ato, eu posso construí-las na minha cabeça.

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17 – Vidas ao vento [Kaze Tachinu, Japão, 2014], de Hayao Miyazaki (Califórnia).

Mais uma animação deslumbrante e sofisticada do Estúdio Ghibli, a paixão pela aviação é palpável, o que torna o filme praticamente um documento sobre a época retratada. Torço para que o estúdio não encerre as atividades.

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16 – O homem duplicado [Enemy, Canadá, 2014], de Denis Villeneuve (Imagem).

Denis Villeneuve surgiu com o excelente Os Suspeitos, e repetindo a parceria com Jake Gyllenhaal entrega um trabalho ainda mais ambicioso, no caso, essa adaptação da obra de Saramago que te tira da sessão com uma pulga atrás da orelha, ou melhor, com uma Laracna atrás da orelha.

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15 – O passado [Le passé, França, 2014], de Asghar Farhadi (Califórnia).

Asghar Farhadi parece infalível na costura das relações humanas e em conferir complexidade a todos os personagens, dos protagonistas até o personagem que tem apenas uma fala. E Berenice Bejo está um absurdo de boa.

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14 – X-Men: Dias de um futuro esquecido [X-Men: Days of Future Past, Estados Unidos, 2014], de Matthew Vaughn (Fox).

Bryan Singer retorna a direção de X-Men deixando um pouco de lado as alegorias sobre preconceito, mas entregando uma aventura vibrante com algumas das melhores sequências de toda a franquia. A cena protagonizada por Mercúrio é a mais épica do ano.

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13 – Nebraska [Nebraska, Estados Unidos, 2014], de Alexander Payne (Sony).

Drama que segue a linha dos filmes anteriores do Payne (de quem eu não sou fã). Com atuações poderosas do Bruce Dern e contida, mas irretocável de Will Forte, aliás todo elenco está fantástico, adoro essa velhinha filha da puta interpretada pela June Squibb.

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12 – O lobo de Wall Street [The Wolf of Wall Street, Estados Unidos, 2014], de Martin Scorsese (Paris).

Cínico e frenético, Scorsese ligou o modo “crazy mothafocka” e nos brindou com mais um grande filme. Aula de cinema.

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11 – O lobo atrás da porta [Brasil, 2014], de Fernando Coimbra (Imagem).

Um filme completo, roteiro bem estruturado, montagem certeira, direção e atuações ótimas de Milhem Cortaz, Fabíula Nascimento e principalmente, Leandra Leal (em um papel que merecia dissertações). Por mais que o espectador conheça a história na qual o roteiro foi inspirado, ou que perceba antecipadamente o final porrada, a trajetória até ele não deixa em nenhum momento de entregar twists de cair o queixo.

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10 – O abutre [Nightcrawler, Estados Unidos, 2014], de Dan Gilroy (Diamond Filmes).

O submundo do sensacionalismo midiático e a sede por sangue presente principalmente nas emissoras de TV de nível local abordado sem cerimônias. Um grande ano para Jake Gyllenhaal, com esse filme e O Homem Duplicado.

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09 – Riocorrente [Brasil, 2014], de Paulo Sacramento (Califórnia).

A estreia de Paulo Sacramento na direção de ficção é ousada e contestadora, um filme em que o espectador se perde facilmente em um rápido descuido, talvez por isso a metragem tão curta. Seus personagens são uma amálgama dos habitantes das grandes cidades e a frase dita em determinado momento: “As ideias precisam voltar a ser perigosas, que lugar melhor que esse? Que momento melhor que agora?” define tudo.

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08 – Guardiões da galáxia [Guardians of the Galaxy, Estados Unidos, 2014], de James Gunn (Disney).

Um dos problemas do universo Marvel nos cinemas é ter encontrado um porto seguro em uma fórmula de filmes que agradam, mas que jamais demonstram qualquer tipo de ambição narrativa que fuja do mero entretenimento, embora tente transparecer o oposto provocando algumas situações dramáticas ou discutindo vagamente algumas questões políticas (como no último Capitão América) aqui e ali. Sendo assim, achei excelente que já que o estúdio não almeje arriscar, tenha ao menos abraçado de vez o tom irreverente em Guardiões da Galáxia, um filme divertidíssimo, com um elenco de heróis afinado, embalado por canções nostálgicas bem empregadas na narrativa e que te tira do cinema com um largo sorriso no rosto.

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07 – Garota Exemplar [Gone Girl, Estados Unidos, 2014], de David Fincher (Fox).

Visualmente, David Fincher é sempre interessante, com personagens frios e metódicos em mãos, é um mestre. E nessa linha, Garota Exemplar é mais uma obra impecável do sujeito, o filme é um deleite para os olhos, nem a cara blasé do Ben Affleck atrapalha, até porque Rosamund Pike domina o filme, só de pensar no filme eu já imagino que acontecerá um novo plot twist.

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06 – Boyhood – Da infância à juventude [Boyhood, Estados Unidos, 2014], de Richard Linklater (Universal).

Um épico e ao mesmo tempo uma história comum. Linklater arriscou e optou por fugir de grandes momentos ou reviravoltas e se concentrou nos pequenos, naqueles que moldam o caráter do protagonista ao longo de sua singela trajetória, é claro que há alguns tropeços aqui e ali, o imigrante que ressurge tempos depois é um momento bem constrangedor, mas nada que diminua o marco cinematográfico apresentado pela proposta de criar um filme durante 15 anos.

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05 – Inside Llewin Davis: Balada de um homem comum [Inside Llewin Davis, Estados Unidos, 2014], de Joel Cohen , Ethan Cohen (Paris).

Mais uma obra prima dos Coen, melancólico, mas com o humor típico dos irmãos, presta uma linda homenagem ao folk através da história de um fracasso, o filme é isso, apesar de acompanharmos uma semana na vida de Llewin Davis (Oscar Isaac em um grande momento), é sobre a música.

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04 – O Grande Hotel Budapeste [The Grand Budapest Hotel, Estados Unidos, 2014], de Wes Anderson (Fox).

Wes Anderson deixa seus filmes mais “wes andersonianos” a cada novo projeto. E o Grande Hotel abusa ao máximo das cores, da centralização dos planos, das atuações teatrais, tudo que estamos acostumados e que torna os trabalhos do cineasta únicos e sem meios termos, ou se ama ou se odeia. Pior para quem odeia que perde aqui um filme com uma história absurdamente cativante e refinada.

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03 – Ela [Her, Estados Unidos, 2014], de Spike Jonze (Sony).

Passando em universo típico de um filme de Jonze com um inventivo desenho de produção, “Ela” consegue ser extremamente sensível e humano mesmo dada a peculiar condição do relacionamento apresentado. Phoenix se firma com um dos maiores atores da sua geração, enquanto Johansson brilha apenas com sua voz, provando de vez ser uma excelente atriz.

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02 – Operação Invasão [The Raid 2: Berandal, 2014], De Gareth Evans.

Pegue a densidade dramática da trama de Conflitos Internos, acrescente personagens tarantinescos como a “Hammer Girl” e o “Baseball Bat Man”, pontue o filme com as cenas de lutas mais insanas, violentas e realistas (sim, você tem a certeza que os dublês se machucaram, tipo muito) possíveis e o resultado é a obra-prima Operação Invasão 2. Enquanto o primeiro filme se passava inteiramente em um único cenário, a expansão do universo desta segunda parte possibilitou ao diretor e coreografo Gareth Evans demonstrar toda sua criatividade e potencial, cada sequência de ação é visualmente única, da belíssima fotografia da luta na lama em uma Penitenciária, passando pela incrível perseguição de carros com a câmera entrando e saindo pelas janelas sem trucagens digitais, até o confronto contra o “Assassino” (sim, encontraram um capanga mais tenso que o “Mad Dog” do primeiro filme) em uma cozinha e sua crescente brutalidade, o minuto final desta luta alcança uma intensidade de força, velocidade e violência dos golpes que te dão a certeza de estar vendo um daqueles momentos memoráveis do cinema. Em fim, o nível aqui faz qualquer filme de ação recente de Hollywood parecer coisa produzida por e feita para crianças.

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01 – Sob a pele [Reino Unido, 2014], de Jonathan Glazer (Paris).

Um tipo de filme que me encanta é o que se expressa muito mais pelas imagens e sons do que por diálogos (não é à toa que “2001” é o meu preferido), e Sob a Pele é um desses, com um roteiro básico em mãos, o diretor Jonathan Glazer criou um obra que permite diversas reflexões sobre a natureza humana, ideal de beleza, o status da mulher na sociedade entre outros, evocando esses temas a partir da construção minuciosa de uma atmosfera alienígena, estranha. Sim, estamos no nosso planeta, mas o desenho de produção e de som, a soberba trilha sonora, a composição dos planos, tudo sugere um estranhamento que nos aproxima mais da ótica da personagem de Scarlett Johansson do que dos humanos (ou monstros). Uma obra que sem dúvida alguma, será mais bem apreciada com o passar do tempo.

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 A lista de piores pode ser conferida aqui.

Os piores filmes de 2014.

Os piores filmes de 2014.

Antes de iniciar o meu TOP 10 de sofrência nos cinemas (que esse ano eu separei da lista de melhores que só sai amanhã para ganhar mais um post :P), deixo também os seguintes filmes como menção desonrosaCaminhando com dinossaurosFrankenstein – Entre anjos e demônios47 RoninsPompeiaNeed for speed: o filme; O Espetacular Homem-Aranha 2: A ameaça de ElectroLivrai-nos do malUm milhão de maneiras de pegar na pistolaDrácula – a história nunca contadaO Teorema zeroCaçadores de obras primasNo olho do tornado. Agora sim, podemos começar:

 

10 –  Trapaça [American Hustle, Estados Unidos, 2014], de David O. Russell (Sony).

Ok, admito, não é um filme péssimo, diverte até. Mas a tentativa do David O. Russell de emular um Scorsese soa forçada, o filme ou parece artificial (atuações, movimentos de câmera), ou quando competente (figurinos, maquiagem, direção de arte), não deixa de transparecer apenas casca sem conteúdo . E por isso merece um lugar na lista, um desperdício de talentos em uma cópia sem estilo.

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09 – Uma aventura Lego [The Lego Movie, Estados Unidos, 2014], de Phil Lord, Christopher Miller (Warner).

Sim, é super criativo, principalmente a emulação de fluídos e explosões com blocos, admiro o esmero da produção (embora não traga nada que eu já não tenha visto em vídeos para o youtube), mas é inacreditável como vocês conseguiram ver mais de 30 minutos disso? A brincadeira perde a graça muito rápido, cochilei várias vezes, voltava para ver novamente e cochilava de novo, sem contar que aquele momento com a participação do Will Ferrell é totalmente descartável e quebra ainda mais o ritmo do filme. Quase não terminei.

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08 – Os Mercenários 3 [The Expendables 3, Estados Unidos, 2014], de Patrick Hughes (Califórnia).

Depois do ótimo Os Mercenários 2 que com um tom debochado finalmente cumpriu o que o primeiro tinha prometido. Sly pisa feio na bola novamente, com um filme sem nenhum momento ou diálogo memorável, a única situação que me divertiu foi quando Schwarzenegger repete o bordão “get to the choppa!“, mas inacreditavelmente, o filme repete a mesma piada 5 minutos depois para se ter uma ideia do relapso. Nem Mel Gibson como vilão tornou-se algo que chame atenção, até porque ele já havia interpretado o mesmo personagem há pouco tempo no igualmente ruim Machete Mata! Para não dizer que não curti nada, gostei do versão live action do Gato de Botas de Antonio Bandeiras.

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07 – Transformers: A era da extinção [Transformers: Age of Extinction, Estados Unidos, 2014], de Michael Bay (Paramount Pictures).

Tem uma pequena evolução em relação aos terríveis filmes anteriores, mas não ao ponto de sair da estrela solitária na cotação, dessa vez Michael Bay permitiu que o público percebesse coisas básicas como a escala do robôs, mas o diretor vem se mostrando cada vez mais preguiçoso no planejamento das filmagens, com marcação amadora de personagens nos planos e das explosões práticas no set que devem ter dado um trabalho danado para a Industrial Light & Magic incluir seus ótimos efeitos com uma sincronia aceitável. Sem contar a duração interminável, se tivesse uns 90 minutos eu até curtiria o filme.

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 06 – Transcendence – A revolução [Transcendence, Estados Unidos, 2014], de Wally Pfister (Diamond Filmes).

Trama tolamente tecnofóbica, visualmente preguiçoso, o mesmo pode ser dito das atuações e uma direção que não acerta nunca o tom. Chato e esquecível, ainda mais num ano que teve o ótimo Lucy que surge com uma conclusão parecida, fica difícil lembrar do personagem de Johnny Depp quando temos Scarlett Johansson brilhante na outra produção.

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05 – O Herdeiro do diabo [Devil´s Due, Estados Unidos, 2014], de Matt Bettinelli-Olpin, Tyler Gillett (Fox).

Regras básicas para um bom found footage: só pode ter uma câmera; nenhum “indicio” de montagem, os cortes devem ser apenas do tipo “o operador desligou e religou mais adiante”; precisa ter uma função narrativa. O Herdeiro do Diabo atropela tudo isso, não exerce uma função, a desculpa é do tipo “benhêê, quero filmar todos os nossos momentos”, temos todos os tipos de câmera, cortes, inclusive uma fartura de momentos impossíveis de estarem sendo registrados por alguém que chamam automaticamente a atenção do espectador. Mas devo acrescentar que filmar de maneira convencional também não salvaria o péssimo roteiro do filme.

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04 – Copa de Elite [Copa de Elite, Brasil, 2014], de Vitor Brandt (Fox).

A única comédia padrão Globo Filmes (embora o filme não seja dessa produtora) que eu ousei ver esse ano e que não me decepcionou, é ruim como eu esperava. Nem o Brasil ganhando a Copa na versão do filme conseguiu despertar alguma sensação vagamente agradável.

03 – Hércules [The legend of Hercules, Estados Unidos, 2014], de Renny Harlin (Diamond Filmes).

Lembram daquelas produções de aventura e fantasia do canal Hallmark? De uns 10, 15 anos atrás? Se não lembra, certamente deve imaginar que uma produção de TV dessa época não apresentava as melhores qualidades técnicas. Pois esse Hércules interpretado por Kellan Lutz (e lançado meses antes da produção maior com Dwayne Johnson), consegue ser tão tosco quanto aqueles filmes, o Leão de Neméia, por exemplo, parece aquele mascote da Copa do Mundo da Alemanha.

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02 – Ouija – O jogo dos espíritos [Ouija, Estados Unidos, 2014], de Stiles White (H2O).

Mais uma grande bobagem criada a partir de um jogo da Hasbro e que em determinado momento se transforma num sub-Mama, terror do ano passado que já era horrível, por sinal. Já vi que o filme seria ruim pelo nome do diretor, Stiles White, um branco se achando estiloso geralmente é um mané. :P

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 01 – O Apocalipse [Left Behind, Estados Unidos, 2014], de Vic Armstrong (Imagem).

Após 20 minutos de filme e de vários personagens tentarem jogar na minha cara que eu preciso imediatamente aceitar Jesus no meu coração (e em contrapartida também apresentar personagens céticos com argumentos totalmente superficiais), a única coisa que eu pensei foi: “ainda bem que os poderosos de Hollywood são Judeus, porque se fossem cristãos, coisas como essa seriam liberadas com mais facilidade”, e depois disso, o filme só piora cada vez mais, como péssimos efeitos especiais, péssimas atuações, impacto dramático nulo que não desperta nem o riso involuntário. Descobri novos níveis de ruindade com esse filme. Aliás, para ser ruim, o filme ainda precisa melhorar muito. Que dó do Nicolas Cage.

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 A lista de melhores do ano pode ser conferida aqui.