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Vídeo: Cena de Pulp Fiction recriada embaixo d’água.

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Vídeo: Cena de Pulp Fiction recriada embaixo d’água.

Lembram daquela memorável briga de bar de Top Secret? Pois é, a gag ainda funciona.

 

Relógios em discos de vinil com silhuetas de personagens da cultura pop.

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Relógios em discos de vinil com silhuetas de personagens da cultura pop.

Tentei resumir tudo no título, ficou meio deselegante, mas não importa, esses relógios de parede são simplesmente sensacionais. Quero.

Muito mais na Loja Virtual The Vinyl Eaters.

Trailer Re-Cut: A Árvore da Vida de Michael Bay.

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Trailer Re-Cut: A Árvore da Vida de Michael Bay.

Com o lançamento do trailer de “Knight of Cups”, novo filme de Terrence Malick, resolvi fazer um ideia antiga de remontar o trailer de A Árvore da Vida apenas com imagens de filmes do Michael Bay. Confira no vídeo.

DC Comics faz capas alternativas de HQs em homenagem a filmes da Warner.

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DC Comics faz capas alternativas de HQs em homenagem a filmes da Warner.

Em 2015, a DC Comics lançará algumas edições de suas HQs com capas alternativas em homenagem a filmes da Warner Bros, confira algumas abaixo:

Bill & Ted.

Free Willy.

O Máscara.

O Fugitivo.

Matrix.

Intriga Internacional.

2001 – Uma Odisseia no Espaço.

Operação Dragão.

O Mágico de Oz.

E o Vento Levou…

300 de Esparta.

Bullitt.

(A mais linda).

Vocês podem ver todas as 22 capas especiais no site da DC Comics clicando aqui e aqui.

Awesome Mix – As canções que embalaram os filmes de 2014.

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Awesome Mix – As canções que embalaram os filmes de 2014.

Uma das coisas mais legais de Guardiões da Galáxia é o seu “Awesome Mix Vol. 01″, um mix de sucessos dos anos 70/80 que o herói Peter Quill recebeu da mãe ainda criança e que o acompanha em suas aventuras, assim, o diretor James Gunn conseguiu incluir todas as canções na diegese do filme.

Dito isso, resolvi incluir nas listas de retrospectiva, um “Awseome Mix” do Cinema 2014 com as canções que embalaram alguns dos principais filmes do ano, sejam originais do filme ou não. Ouçam abaixo.

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A música mais parodiada do ano.

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Releitura da canção original do clássico A Bela Adormecida.

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Eu lutei contra a lei. Peço perdão pelo vacilo.

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Mesmo para quem não gostou tanto do filme (como eu), é impossível não sair do cinema cantarolando.

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Momento que te tira totalmente do filme, ainda assim é a Jlaw fazendo cover do Paul.

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Timing perfeito.

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A única canção do filme em um dos poucos momentos de calmaria para os humanos.

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O heroísmo (e a desconstrução dele) é um tema recorrente do filme.

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A trilha também tem Bob Dylan e a perfeita “Please, Mr. Kennedy” onde o Isaac canta com Justin Timberlake e Adam Driver, mas resolvi escolher uma em que Llewin Davis brilha sozinho.

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Canção e performance hipnotizantes.

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Bonitinha.

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O minimo que podíamos esperar de um filme do diretor de Apenas uma Vez.

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Embalando o choro da geral.

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 Não é uma das minhas preferidas, mas muitos adoram.

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Com uma trilha que contém Coldplay, Arcade Fire, Wings e outras, fico com a canção que já embalava o filme desde o trailer.

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Ooga-Chaka Ooga-Ooga Ooga-Chaka Ooga-Ooga Ooga-Chaka Ooga-Ooga Ooga-Chaka Ooga-Ooga.

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O medley que encerra Jersey Boys deixando o público com um sorriso no rosto.

Papo de Cinema – Regras básicas para um found footage.

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Papo de Cinema – Regras básicas para um found footage.

Uma coisa que eu venho percebendo é a confusão cada vez maior de público, crítica e por incrível que pareça, até mesmo dos cineastas em compreender o que é o estilo found footage, muitos cineastas que resolvem emprega-lo, na verdade realizam mockumentários (falsos documentários). Na verdade,  em teoria todo found footage é um documentário “mock”, dada a gama de possibilidades envolvidas na produção de um documentário, existem incontáveis formas de realizá-los, por outro lado, é preciso entender que nem todo “mock” é um found footage.

Dito isso, tentarei explicar em três regras básicas o que define um found footage puro, regras que se esquecidas, não necessariamente estragam o filme, mas automaticamente o transformam, no meu ponto de vista, apenas em um “mock.

Regras básicas para um bom found footage:

Regra #01 – Só deve ter uma câmera registrando tudo.

Talvez a mais simples e básica, o próprio nome do estilo já sugere uma filmagem crua encontrada, seja em um hd, fita ou película, portanto, mesmo que o operador da câmera mude durante o filme, a fidelidade ao estilo exige uma única câmera. Sim, a filmagem encontrada poderia ser de algo já trabalhado, editado e montado por alguém que por um acaso, abandonou a “obra”, mas isso atrapalha o próprio conceito, pois se a filmagem estava perdida, automaticamente implica que algo aconteceu para que ela fosse abandonada (por isso o estilo funciona tão bem em terror), então por via das dúvidas, estabeleça que a filmagem não foi mexida por ninguém, não sofreu uma “pós-produção” antes nem depois de ter sido encontrada, e essa já é a regra número 2.

Regra #02 – Não pode haver nenhum “indício” de montagem.

Regra casada com a primeira. Os cortes em um found footage devem ser apenas do tipo que implique que o operador desligou e religou mais adiante para economizar bateria ou porque não tinha nada para filmar realmente, qualquer indício de montagem, decupagem, inclusão de trilha sonora que não seja diegética, indica que alguém trabalhou na fita e acaba com o conceito de filmagem crua encontrada. Você pode imaginar que alguém encontrou várias fitas e resolveu montar tudo da forma que ele imaginou que aconteceu e lançar? Sim, mas aí não seria mais um found-footage, seria um mockumentário realizado a partir de várias supostas filmagens abandonadas encontradas.

Regra #03 – Precisa ter uma função narrativa.

Uma regra que serve na verdade para qualquer tipo de filme, tudo em um filme precisa exercer uma função, se não, precisa ser descartado do corte final (um salve para o Peter Jackson), mas se uma cena descartável pode passar despercebida pelo público médio em um filme convencional, em um found footage tudo fica mais frágil e a suspensão da descrença é inevitável. É necessária uma razão plausível para ter alguém filmando tudo que está acontecendo e o público precisa acreditar nisso. Já é clichê no gênero em algum momento jogar a câmera no chão enquanto o operador está sendo devorado por um zumbi ou por um Dai Kaiju, não tem problema, é mais verossímil do que ver o cara continuar filmando nessa situação.

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Alguns filmes que respeitam o máximo possível essas três regras são A Bruxa de Blair, [REC] e Cloverfield, em todos temos apenas uma câmera, os cortes ocorrem na forma que eu citei lá na regra número 2 (Cloverfield tem um ótima sacada para incluir flashbacks em alguns momentos ao sugerir que a fita foi gravada por cima de uma filmagem mais antiga) e existe uma justificativa plausível para tudo estar sendo filmado, no primeiro são jovens filmando um documentário em uma floresta sobre uma lenda local, no segundo, uma jornalista e um camera man acompanhando uma equipe de bombeiros para uma reportagem e o terceiro, alguém está registrando uma festa de despedida de um amigo no momento em que um monstro gigante resolve atacar a cidade (certo, a maioria largaria a câmera em desespero, mas sim, podemos imaginar, principalmente no mundo de hoje, que muitos tentariam filmar o máximo possível).

Cloverfield e [REC], filmes que respeitam as regras do estilo.

Outros filmes que costumam aparecer em listas de found footages como a continuação de REC, Atividade Paranormal ou o mais recente The Sacrament não são, pois existem várias câmeras, seja em primeira pessoa ou câmeras de vigilância, em REC 2 tem até montagem paralela, até mesmo o pai dos found footages, Canibal Holocausto é na verdade um mockumentário sobre um found footage, pois tem um epílogo que revela o antropólogo que descobriu a fita, além de ter trilha sonora (mas foi formidável no sentido de que fez muita gente realmente acreditar nos canibais e empalamentos). Todos são exemplos de bons mockumentários, estão mais próximos de Incidente no Lago Ness (que emula de maneira genial um doc do Werner Herzog) ou mesmo Borat.


Atividade Paranormal e [Rec] 2, a regra é clara, não são found footages por possuírem múltiplas câmeras e montagens paralelas.

Canibal Holocausto, o pai dos found footage é na verdade um mockumentário sobre um found footage.

Ou seja, não sei se a intenção desses projetos era ser um found footage, se foi, embora não tenham sido bem sucedidos nisso, ao menos conseguiram se tornar interessantes como “mock”, pois a função narrativa não foi prejudicada. Diferente de filmes como o recente A Herdeira do Diabo que atropela tudo isso, não exerce uma função (a desculpa do marido para filmar é do tipo “benhêê, quero filmar todos os nossos momentos”),  e mesmo assim o filme ignora em vários momentos a câmera subjetiva do marido e acrescenta câmeras de vigilância, de outros personagens, inclusive traz uma fartura de momentos impossíveis de estarem sendo registrados por alguém que chamam automaticamente a atenção do espectador.

A Herdeira do Diabo que se pretende como um found footage, mas incluí na montagem, cenas de câmeras de segurança ou momentos como esse em que antes de acudir a esposa grávida com um faca, o marido primeiro posiciona a câmera para filmar tudo.

Se bem realizado, um found footage permite uma produção de baixíssimo orçamento com pompas de super produção, se Cloverfield fosse realizado de maneira convencional, sem dúvida, teria um orçamento de mais de 100 milhões de dólares, foi filmado com 30, a maioria tem orçamentos menores que 5 milhões de dólares. Mas é necessário entender as limitações do estilo, limitações que perpassam pelas três regras, e é claro uma boa história que mereça ser contada.

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Os piores títulos nacionais de produções estrangeiras em 2014.

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Os piores títulos nacionais de produções estrangeiras em 2014.

Hora de lembrar a sempre duvidosa escolha de títulos de filmes pelas distribuidoras brasileiras, algo que é motivo de inúmeras discussões entre o público, seja quando é genérico, estúpido ou principalmente quando não tem absolutamente nenhuma relação com o filme. Vamos ao top 10 de títulos escrotos do ano.

Operação sombra: Jack Ryan (Jack Ryan: Shadow Recruit)

Depois de Além da Escuridão: Star Trek, parece que a Paramount gostou de colocar o subtítulo na frente do título, mas o problema não é nem esse, é que não tem nenhuma “operação sombra” no filme.

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November Man – Um espião nunca morre (The November Man).

Tudo bem que depois da franquia 007 e de O Alfaite do Panamá, o Brosnan parece não ter muitas ambições em se diversificar como ator, mas bem que a PlayArte podia dar uma ajudinha para ele e não tentar aproximá-lo ainda mais da estigma de James Bond.

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Juntos e misturados (Blended).

Ok, ok, “blended” é justamente “misturado”, mas acrescentar o junto é “porchatizar” demais.

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O que será de nozes? (The Nut Job).

Mais um trocadalho que parece ter saído direto de uma reunião com a turma do Casseta & Planeta.

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Era uma vez em Nova York (The Immigrant).

Pobre imigrante, sofreu ano passado no Festival do Rio onde foi traduzido como “O Imigrante”, quando o certo seria “A Imigrante” e esse ano no lançamento oficial, foi forçadamente colocado na franquia não-oficial ” Era uma Vez…”, só que Era uma vez na América já contava sua história em Nova Iorque e ainda tem isso, o certo é Nova Iorque ou New York, mas juntaram e misturaram as coisas.

Mesmo se nada der certo (Begin Again)
Mais uma franquia não-oficial provocada pela falta de originalidade, já tivemos Tudo Pode Dar Certo, Se Nada Mais Der Certo, Vai que Dá Certo e agora, Mesmo Se Nada Der Certo. Tá serto.

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Caçada mortal (A Walk Among the Tombstones).

O título original, em tradução literal, “Uma caminhada entre lápides” é bem estiloso, mas um título genérico parece sempre mais atrativo para as distribuidoras, né? Vai entender.

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Walt nos bastidores de Mary Poppins (Saving Mr. Banks).

Parece título de filme pornô ou a legenda de uma foto. Tosco.

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Um milhão de maneiras de pegar na pistola (A Million Ways to Die in The West).

Esse é sem dúvida o título mais espanta público do ano, quem vai chegar na bilheteria e pedir um milhão de maneira de pegar na pistola?

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Tudo por um furo (Anchorman 2).

Além de ser resultado daquele velho vicio dos trocadilhos, a distribuidora tenta enganar o público ao não mostrar que trata-se de uma continuação de “O Âncora”, foda-se se o público ficar confuso, o importante é ignorar porque o primeiro passou despercebido por aqui.

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Comparação entre o trailer de Terminator Genisys com os filmes anteriores da série.

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Comparação entre o trailer de Terminator Genisys com os filmes anteriores da série.

Acabou de sair mais um aguardado trailer de um filme de 2015, o retorno da franquia O Exterminador do Futuro (que já faliu uma produtora no último) que havia sido apresentada como um remake, mas que agora com a peça de divulgação, parece uma mistura insana de remake, sequência, prequel, universo paralelo e sabe-se lá mais o quê? E o que me chamou mais atenção foi a quantidade de cenas que são recriações de momentos icônicos principalmente dos dois filmes dirigidos por James Cameron, com algumas diferenças entre os personagens envolvidos que deixa mais segura a afirmação de que se trata de um universo alternativo, além de assim ser mais fácil fugir de acusações de ser apenas uma cópia dos antecessores. Primeiro veja (ou reveja) o trailer:

Posso apostar que logo surgirá uma recriação fan made do trailer utilizando unicamente cenas dos filmes anteriores, eu até gostaria de fazer, mas infelizmente não tenho tempo nem muita paciência, então eu separei apenas algumas capturas para mostrar as semelhanças (clique nas imagens para ampliar), começando com a introdução do T-800 no filme de 1984 (o buraco no chão só aparece em O Exterminador do Futuro 2).

A cena em que o T-800 rouba as roupas de um membro da gangue de Bill Paxton é recriada com a presença da versão velha do Schwarza.

Recriação quase perfeita do Arnaldão.

A chegada de Kyle Reese também é recriada quadro a quadro.

Agora alguns momentos de O Exterminador do Futuro 2, até a cicatriz no rosto do novo John Connor (que já foi vivido por cinco atores diferentes, sem contar o bebê no primeiro filme).

O salto de moto do T-800 (será que teremos Guns and Roses na trilha?)


O novo velho T-1000 (preferia que fosse o Robert Patrick novamente, nem que fosse totalmente recriado em CGI)

Nem o fraco Exterminador do Futuro 3 ficou de fora das referências, temos a capotagem com duplo twist carpado.

E a recriação do Dia do Julgamento.

Eu esperava que o filme fosse um desastre, mas o trailer até me animou, J.J. Abrams mostrou que é possível reimaginar um clássico de maneira inventiva em Além da Escuridão que recria inúmeros momentos dos filmes antigos de Star Trek, principalmente A Ira de Khan, então darei meu voto de confiança, até porque o nosso querido Schwarzenegger merece.

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Os Filmes mais esquecíveis de 2014.

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Os Filmes mais esquecíveis de 2014.

Vamos dar início as listas especiais de fim de ano novamente com os filmes mais esquecíveis que publico desde 2011 e que como sempre digo, é uma lista complicada, pois posso muito bem esquecer dos que mais merecem estar nela :P . Outra coisa que eu sempre lembro nessa lista é que ela não necessariamente contém os piores do ano (essa sai mais perto do fim do ano), mas sim aquelas produções que tiveram relativa repercussão antes do lançamento, mas por serem tão “nhennn” foram completamente ignoradas pelo público. Sem mais, vamos a lista:

 

Ajuste de Contas [Grudge Match, Estados Unidos, 2014], de Peter Segal (Warner).

Só mesmo um diretor sem personalidade como o Peter Segal para deixar um filme que reúne no ringue os interpretes de dois dos maiores lutadores do cinema em um filme apático. La Motta e Balboa, De Niro e Sly, que desperdício de ideia.

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Frankenstein – Entre anjos e demônios [I, Frankenstein, Estados Unidos, 2014], de Stuart Beattie (PlayArte) e Drácula – a história nunca contada [Dracula Untold, Estados Unidos, 2014], de Gary Shore (Universal).

Dobradinha da febre do rato.  Dois filmes genéricos que transformam monstros icônicos da Universal em heróis de histórias que nunca deveriam ser contadas, ao menos caíram no esquecimento tão logo estrearam.

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47 Ronins [47 Ronin, Estados Unidos, 2014], de Carl Rinsch (Universal).

Filme adiado inúmeras vezes desde 2011 (o que nunca é um bom sinal) tem até um visual bonito, mas uma história desinteressante e sonolenta, acho que a demora no lançamento foi justamente porque os responsáveis esqueceram de lançar.

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A menina que roubava livros [The Book Thief, Estados Unidos, 2014], de Brian Percival (Fox).

Baseado em um best seller, trilha de John Williams, e muito dinheiro. Não tinha como dar errado, né? Deu. Não é ruim, mas é uma adaptação apenas correta, muito convencional, sem qualquer momento inspirado, por isso fácil de ignorar, como foi pelo público e crítica.

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Caçadores de obras primas [The Monuments Men, Estados Unidos, 2014], de George Clooney (Fox).

 Um elenco imenso desperdiçado (Bill Murray passa batido) em um filme sem ritmo. Bola fora, Clooney.

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Um conto do destino [Winter’s Tale, Estados Unidos, 2014], de Akiva Goldsman (Warner).

Fábula dirigida por Akiva Goldsman (sim, o culpado pelo roteiro de Batman & Robin) com elenco de peso incluindo Russell Crowe, Colin Farell, Will Smith, Jennifer Connelly e Willian Hurt, mas um fracasso que desapareceu rapidamente dos cinemas, difícil achar alguém que lembre sequer de ter visto o cartaz do filme em algum cinema.

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Need for speed: o filme [Need for speed, Estados Unidos, 2014], de Scott Waugh (Disney).

Confesso que curti mais até que o primeiro Velozes e Furiosos que eu detesto (só passei a achar a série do Vin Diesel minimamente interessante no quinto filme pela zueira que virou), mas ainda assim extremamente genérica num péssimo começo para o Jesse Pinkman nos cinemas. Por outro lado, achei essa atriz da foto de nome engraçado linda, difícil esquecer dela, mas o filme é tão difícil de lembrar quanto o nome da mesma.

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Oldboy – Dias de vingança [Oldboy, Estados Unidos, 2014], de Spike Lee (Paris).

Desde de 2008 que fãs da obra coreana amaldiçoam a produção da versão norte americana que demorou para sair, mas conseguiu na mão de um diretor respeitável como Spike Lee e com um ator cult do nível do Josh Brolin. Mesmo assim, não deu, o público ignorou.

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No olho do tornado [Into The Storm, Estados Unidos, 2014], de Steven Quale (Warner).

 Quando nos lembrarmos de um filme com efeitos de tornados bacanas, mas com uma história absurdamente tola, ainda será do “Twister” de Jan de Bont que falaremos.

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Transcendence – A revolução [Transcendence, Estados Unidos, 2014], de Wally Pfister (Diamond Filmes).

Aguardada estreia na direção do fotografo dos filmes do Nolan, o filme parecia uma ficção científica interessante, mas as treze pessoas que viram nos cinemas foram enganadas. Totalmente irrelevante, como é que termina mesmo?

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E então? Esqueci de esquecer de algum?

O que o stormtrooper negro está fazendo no deserto de Tatooine?

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O que o stormtrooper negro está fazendo no deserto de Tatooine?

Sim, nossos repórteres descobriram um dos maiores mistérios do teaser trailer de Star Wars The Force Awakens: